domingo, 30 de outubro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Dor nas costas...
O primeiro caso de dor nas costas registrado foi pelo médico egipcio em 2.780 A.C. Imhotep, durante a construção da piramide em Saqqara.
As estatísticas de quantidade de dor nas costas (lombalgia ou ciático) nos países industrializados, mostram-se muito elevadas.
As razões de tanta dor nas costas são várias: a nossa coluna ainda não está totalmente desenvolvida e adaptada à posição vertical, os discos intervertebrais foram originalmente concebidos para fazer apenas uma ligação elástica entre as vértebras da coluna na posição horizontal e entre as quatro pernas (como em todos animais).

A maioria das lesões na coluna não são devido a trauma direto, mas sim por fator ocupacional:
- Atividade física intensa (ou no trabalho, ou exercícios excessivos);
- Inclinar e virar o tronco frequentemente;
- Levantar, empurrar ou puxar peso, constantemente;
- Vibrações;
- Tensão emocional.
- Atividade física intensa (ou no trabalho, ou exercícios excessivos);
- Inclinar e virar o tronco frequentemente;
- Levantar, empurrar ou puxar peso, constantemente;
- Vibrações;
- Tensão emocional.

Nos, humanos, adotamos a postura em pé e, desta forma, nossa coluna deve fazer a tarefa de carregar o peso da cintura para cima e ainda amortizar os esforços verticais que a pessoa é exposta a cada passo (ou pior carregar peso de forma inadequada) que contribui para a dor nas costas.
Os 100 mil anos de existência de “homo sapiens” ainda não foram suficientes para adaptar nossa coluna a tanta sobrecarga. O tempo necessário para adaptações estruturais como esta é muito mais longo.
Somado a isso muitos dos humanos são sedentários causando enfraquecimento da musculatura responsável em manter a coluna alinhada e consequêntemente causando dor nas costas.
Outro fator que ataca a coluna, causando dor nas costas é o estresse, que contribui para degeneração precoce dos músculos e esqueleto, e ainda, causa contraturas constantes entre as vértebras, comprimindo os discos e propiciando alterações anatômicas nas vértebras a longo prazo, tais como osteófitos (bico de papagaio).
Existe, também, a dor nas costas apenas muscular, de tratamento mais simples. Muitas vezes cede apenas com massagem. Por isso é comum ouvir que algum amigo foi em um “bom massagista” que tirou sua dor nas costas com massagem. Se a dor nas costas for causada apenas por dor muscular a massagem resolverá, mas quando existe algum dos fatores acima descritos será necessário o tratamento adequado.
Fonte: http://www.drgilberto.com/dor_nas_costas.html#DOR_NAS_COSTAS
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Xô, preguiça!
Com um pouco de persistência e metas claras é possível manter a disciplina dos exercícios físicos no Inverno
Para o educador físico, e especialista em fisiologia do exercício, Carlos Venturini, uma das formas de se manter motivado é se exercitar em grupo. “As pessoas se exercitam, mas também socializam, conversam com os colegas no início e no final das atividades”, conta, referindo-se aos grupos de corrida que coordena e acompanha diariamente na Beira-Mar Norte através da Tribo do Esporte Assessoria Esportiva. Outra sugestão de Carlos é estabelecer metas a curto, médio e longo prazos. “Precisam ser atingíveis, como aumentar gradualmente o trajeto da corrida, por exemplo”, explica.
Há dois anos Janete Silvestri Miranda e a filha Liana são parceiras de ginástica. Elas praticam Pilates duas vezes por semana durante uma hora e não faltam nem no Inverno. “Damos força uma para a outra. Quando uma está com preguiça, a outra incentiva”, garante Janete. Liana conta que quando se exercitava na academia não conseguia manter a regularidade. “Nunca consegui fazer mais do que três meses”.
Ao ar livre X local fechado
No Inverno o clima é um empecilho para quem se exercita ao ar livre. Assim, a maioria acaba optando por um local fechado. Para a instrutora de Pilates Ana Moratelli, além da melhor disposição e rendimento no treino, os exercícios físicos em ambientes fechados garantem a maior frequência dos alunos. “É importante que a temperatura do corpo seja conservada mesmo ao sair do ambiente de prática, evitando permanecer com roupas úmidas, utilizando agasalhos adequados ao clima, e repondo energia com alimentos saudáveis, ricos em vitaminas A e C”, aconselha.
Quem optar por praticar ao ar livre precisa tomar alguns cuidados extras para evitar gripes e doenças respiratórias. “Pode-se exercitar mesmo com vento e chuva, desde que não tenha relâmpagos e trovoada”, garante o educador Carlos Venturini. Ele recomenda o uso de roupas mais quentes, mas leves, que não limitem o movimento. As do tipo dry fit são as mais recomendadas, pois mantêm o corpo seco. “Após o exercício, tire a roupa molhada e coloque outra seca”, aconselha. Para quem faz natação, ele recomenda ter um roupão próximo da piscina, tomar um banho no local e se aquecer bem antes de sair na rua.
Há seis anos o empresário Silvio Bortolotti caminha e corre na Beira-Mar Norte. Sete dias por semana, durante uma hora, faça sol ou faça chuva, frio ou calor, lá está ele. “Não lembro a última vez que peguei uma gripe. Para algumas pessoas parece loucura eu correr no frio e na chuva, mas loucura é não se exercitar. O organismo fica mais resistente”, afirma. Entre os cuidados de Silvio para não ficar doente está uma alimentação saudável e equilibrada e o uso de vestimenta adequada. “Uso uma camiseta de lycra por baixo de uma de algodão, que ajuda a manter o corpo aquecido”, dá a dica.
Andréa Fischer
Publicada em 23-05-2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Novidade no PIlates!!! Surfelates, uma academia só para surfistas!
Com proposta de aperfeiçoar as manobras, o Surfelates foi criado como método de treinamento específico para preparação completa do corpo e da mente.
Todo surfista que se preze sabe que não basta apenas entrar na água para conseguir um bom desempenho nas ondas. É preciso dedicar algum tempo para pôr o fôlego em dia e condicionar o corpo para encarar a série. Único representante no Brasil, o CT ainda conta com uma fantástica ferramenta importada dos EUA de simulação de balanço da prancha, a Noho Surf Trainer, além de plataforma de equilíbrio e aparelhos de pilates.
Todo surfista que se preze sabe que não basta apenas entrar na água para conseguir um bom desempenho nas ondas. É preciso dedicar algum tempo para pôr o fôlego em dia e condicionar o corpo para encarar a série. Único representante no Brasil, o CT ainda conta com uma fantástica ferramenta importada dos EUA de simulação de balanço da prancha, a Noho Surf Trainer, além de plataforma de equilíbrio e aparelhos de pilates.
Identificando uma carência de treinamento específico para o surf, o Surfelates atua na preparação física, técnica e tática de atletas (amadores e profissionais) que desejam alcançar a alta performance nas competições. Bem como aos aficionados no esporte que procuram uma melhora no seu rendimento, seja na caída do dia-a-dia ou numa surf trip .
“O trabalho de preparação física e condicionamento é focado no surf e pode ser aplicado em qualquer nível. Inclusive, temos um treinamento específico e individual para quem está com passagem comprada para uma surf trip. Já temos alunos de malas prontas para o Peru, por exemplo, que tem ondas mais longas que as do Rio e, por isso, exige mais remada”, explicou Thiago Amaral, diretor técnico.
“O trabalho de preparação física e condicionamento é focado no surf e pode ser aplicado em qualquer nível. Inclusive, temos um treinamento específico e individual para quem está com passagem comprada para uma surf trip. Já temos alunos de malas prontas para o Peru, por exemplo, que tem ondas mais longas que as do Rio e, por isso, exige mais remada”, explicou Thiago Amaral, diretor técnico.
Utilizando como base as técnicas do Pilates, Treinamento Funcional e Desportivo, o Surfelates acaba de inaugurar um moderno centro de treinamento. Em um ambiente climatizado e aconchegante, com equipamentos de última geração como câmeras de vídeo Full HD e aquática Go-Pro, além de um software, utilizado pelos melhores centros de treinamento australianos, para a correção biomecânica das manobras através das filmagens.
Idealizado pelos educadores físicos e surfistas Thiago Amaral e Gabriel Ferrão (diretores técnicos) e Gustavo de Souza (diretor executivo), o Surfelates conta com o apoio de nutricionista, psicólogo esportivo, fisioterapeuta, assessora de imprensa, fotógrafo e filmaker. A equipe de atletas é formada por uma nova geração de campeões do Recreio dos Bandeirantes, como os campeões cariocas Mirim e Junior de 2010, Daniel Munhoz e Daniel Gonçalves, respectivamente, e Filipe Braz, uma das maiores promessas do surf brasileiro e campeão carioca de 2006, categorias Iniciantes e Mirim.
Idealizado pelos educadores físicos e surfistas Thiago Amaral e Gabriel Ferrão (diretores técnicos) e Gustavo de Souza (diretor executivo), o Surfelates conta com o apoio de nutricionista, psicólogo esportivo, fisioterapeuta, assessora de imprensa, fotógrafo e filmaker. A equipe de atletas é formada por uma nova geração de campeões do Recreio dos Bandeirantes, como os campeões cariocas Mirim e Junior de 2010, Daniel Munhoz e Daniel Gonçalves, respectivamente, e Filipe Braz, uma das maiores promessas do surf brasileiro e campeão carioca de 2006, categorias Iniciantes e Mirim.
Como está localizado a 300 metros da praia, o Surfelates possui uma estrutura capaz de realizar treinamentos outdoor e, funcionando junto ao Hostel Rio Surfn`Stay, pode oferecer hospedagem a qualquer surfista que queira realizar o treinamento. “Acima de tudo, o Surfelates tem o propósito de contribuir na formação de um grande campeão, nas competições e na vida como um todo. Através de disciplina, perseverança, responsabilidade, respeito às individualidades e qualidade no treinamento, busca a satisfação e excelência do surfista” finalizou Thiago.
SERVIÇO
Surfelates - Método de Treinamento
Rua Raimundo Veras, 1140 (Entrada pela 8W)
Recreio dos Bandeirantes
Rio de Janeiro
SERVIÇO
Surfelates - Método de Treinamento
Rua Raimundo Veras, 1140 (Entrada pela 8W)
Recreio dos Bandeirantes
Rio de Janeiro
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Estudo americano aponta que atividade física reduz chance de Alzheimer
Um estudo da Universidade de Washington aponta que pessoas que praticam atividade física têm menos chances de desenvolver o Alzheimer. Em seis anos de pesquisa, dos 158 participantes do estudo, 107 desenvolveram a doença. As pessoas que se exercitavam 3 a 4 vezes por semana apresentavam um risco 40% menor de desenvolver o Alzheimer. A explicação específica do efeito positivo que o exercício físico exerce para evitar a doença ainda não foi detectada. Mas o que se descobriu no estudo é que o exercício físico não interrompe a progressão da doença. No entanto, indivíduos com Alzheimer se beneficiam dos efeitos cognitivos e físicos de um programa de exercícios regular. Outra pesquisa feita com cerca de 4 mil pessoas, de ambos os sexos, descobriu uma redução de 30% do risco de desenvolver a doença de Alzheimer nos indivíduos que faziam atividade física regular.
domingo, 1 de maio de 2011
A Importância do Alongamento
Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além
de prevenir lesões.
Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.
Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:
-reduzem as tensões musculares;
-relaxam o corpo;
-proporcionam maior consciência corporal;
-deixam os movimentos mais soltos e leves;
-previnem lesões;
-preparam o corpo para atividades físicas;
- Ativam a circulação.
No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.
Como deve ser feito?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.
Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.
Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.
Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura principalmente depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências da prática, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.
Como alongar?
Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além
Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:
-reduzem as tensões musculares;
-relaxam o corpo;
-proporcionam maior consciência corporal;
-deixam os movimentos mais soltos e leves;
-previnem lesões;
- Ativam a circulação.
No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.
Como deve ser feito?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.
Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.
Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.
Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
Como alongar?
Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.
Autora: Patrícia Bressan Gennari.
Autora: Patrícia Bressan Gennari.
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